Ponho máscaras, escondo tristezas, alargo sorrisos os quais nunca revelam o que realmente estou sentindo. Isso é o que eu penso que estou fazendo. A verdade é que sou tão transparente (matraca também) que até uma dor de barriga não consigo ocultar - pois é, infelizmente (hahahaha). Mas o medo não é tão ruim assim, sempre nos trás uma lição, nos exige forças, nos desafia para algo que não queríamos encarar. Isso é um pouco doloroso, mas é a única parte boa. Ainda estou na fase - lenta - de enfrentar pontes e viadutos (Gefirofobia), grandes ou minúsculos, não importa, todos podem cair a qualquer momento. Borboletas (Motefobia), também são um grande desafio para mim. Sim, borboletas!! Outra, ou melhor, uma das minhas maiores fobias é a de sangue (Hematofobia), essa eu não controlo e é herança paterna, mas estou enfrentando, juro. Por incrível que pareça, minha reação quando me sinto ameaçada por esses medos é rir, começo a sorrir descontroladamente. Deve ser para não pare...
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